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Durante dez anos, Célia Oi esteve à frente do Museu da Imigração Japonesa no Brasil. Ela fala do seu trabalho, das dificuldades, alegrias e frustrações e garante que é uma atividade interessante, mas que exige persistência e paciência. É preciso ler, buscar e pesquisar - enfim, um aprendizado constante. |
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